Re:Zero kara Hajimeru Isekai Seikatsu

HISTÓRIA
Desta vez jogamos como Rose, o que é apropriado porque ela tem rosa presa às costas. Rose está sozinha num castelo que caiu em ruínas. O castelo está coberto de espinhos,que literalmente dreinam a vida de quase tudo e todos residentes do castelo. A paleta de cores que compõem o jogo é sempre tons melancólicos como o preto e cinzento o único contraste que temos é o vermelho do sangue.

O sangue é a chave para fugirmos do castelo.

Com a rosa presa ao seu corpo, Rose é capaz de drenar o sangue de criaturas e a cor dos objectos que encontra pelo caminho.Ao fazer isso ela consegue congelar o item no lugar, criando uma ponte ou abrindo um caminho para a saída. Como Rose é em grande parte indefesa por si mesma, ela faz-se acompanhar de um gigante de pedra. Este ser sem rosto pode levantar, carregar, largar e atirar Rose ou a maioria dos objectos que possuiem cor. Podes alternar entre os dois com o premir do botão, trabalhando em conjunto para resolver os puzzles de cada sala.

JOGABILIDADE
Controlar a Rose e o seu golem rapidamente parece uma segunda natureza. Os controles são simples de entender, assim como as limitações de ambas as personagens. Rose, ao drenar ou expelir sangue, diminui o tempo, o que é útil para os puzzles que requerem um timing preciso. O golem pode cair de qualquer altura sem se magoar e pode caminhar através dos espinhos sem problemas. Muitos dos puzzles separam a Rose do seu companheira, forçando-me a resolver puzzles separados que os juntem novamente.

Essa é a armadilha para todo este quebra-cabeças de plataforma, logo no início me fez sentir como se eu estivesse apenas passando pelos movimentos. As primeiras câmaras do castelo introduzem novos elementos, mas todos eles se sentiam muito parecidos e sem uma centelha criativa. A segunda metade do jogo foi mais interessante com puzzles cronometrados, puzzles artísticos e puzzles que abrangiam várias divisões.

Ver os créditos a rolar só me levou cerca de quatro horas, mas agarrar um troféu de platina para este jogo é provavelmente mais quatro a cinco horas de trabalho, dependendo da rapidez para resolver os puzzles.

CUTSCENES
As memórias de sangue compreendem a história do jogo. Como Rose não se lembra bem do que lhe aconteceu e a este castelo, ela precisa de recolher sangue de corpos espalhados para ter um vislumbre do que se passou. Estas apresentações são feitas atraves de bonecos sombra que podem ser macabras, mostrando como uma pessoa morreu ou o que só pode ser descrito como abuso infantil. Estas imagens, juntamente com os múltiplos fins mortais que esperam por Rose, são justapostas por um jogo decididamente subanimado.

Sem entrar em muitos detalhes, a história de A Rose in the Twilight é trágica, o tipo de trágico que como nos velhos contos de Hans Christian Andersen. Sem voz e com muito pouco texto, o jogo é capaz de contar um conto cheio de mistério, calamidade e tristeza. Ver os acontecimentos do passado jogar fez-me aperceber o quanto me apeguei a Rose em tão pouco tempo. Quando eu tive que forçá-la a uma situação terrível, eu lutei contra isso, ocasionalmente me recusando a seguir em frente sabendo o que ela teria que suportar para destravar a próxima parte do castelo. Mas eu tinha que ir em frente, e ao fazer isso eu me triste às vezes vendo o que eu a fiz fazer.

Apanhar estas memórias de sangue é a chave para completar a o jogo, pois elas não só desbloqueiam diferentes partes do castelo, mas também o acesso ao conteúdo do pós-jogo. Só tens de ter cuidado quando as vais buscar porque pode ser demasiado fácil morrer acidentalmente. Rose é frágil e quando ela não estava a ser morta por cair muito longe eu estava, inadvertidamente, a levá-la directamente para os espinhos. A arte, embora cativante, também pode tornar difícil saber se os espinhos à sua frente são mortais ou não. O fundo mistura-sem primeiro plano, o que é encantador de se ver, mas não quando está fazendo com que reinicie a sala uma e outra vez.

A Rose In The Twilight faz muitas coisas bem.

Ela cria uma história e um mundo que me faz preocupar profundamente com a sua personagem central, é visualmente espectacular.

Score – 4/5

1BitHeart – outro jogo criado por Miwashiba (aka △○□×)- um romance visual.
Steam – https://store.steampowered.com/app/618720/1bitHeart/

A história gira em torno de um rapaz chamado Nanashi, que é basicamente apenas um adolescente médio socialmente inepto que já nem sequer se preocupa em ir à escola. Ele não só tem dificuldade em formar relacionamentos, como também em mantê-los. Então um dia ele vai ao seu quarto e encontra uma mulher adorável, de cabelo azul e amnésica que insiste que ele saia para o mundo e faça alguns malditos amigos. A sério, essa é praticamente a premissa que começa tudo. Esse é o único grande tema dominante aqui. Não sejas um falhado. Vai fazer amigos. E, contra todas as probabilidades, também funciona muito bem.

A grande maioria do elenco é bastante descartável, mas todos fazem um trabalho maravilhoso de te trazer para a história. I
Está estruturado como um rasgão total da série Danganronpa e, mais tarde, Persona, em que é suposto construir relações entre capítulos. Estas trocas são, de longe, a parte mais fraca de todo o jogo. A única maneira de promover estas amizades é comprando itens e dando-os a indivíduos. Isso acaba por abrir o diálogo em eventos simplificados que, como jogador, não têm qualquer impacto real.
Felizmente, a história principal é muito fixe. Basicamente, todos existem dentro do reino de algo conhecido como The Master Program. Cada personagem tem um dispositivo chamado Bitphone, que funciona de forma semelhante a um smartphone moderno, que está preso ao lado da sua cabeça. O principal conflito gira em torno de um grupo de hackers que estão manipulando os Bitphones dos usuários e tentando alterar o The Master Program. As vítimas ficam sem memória do que fizeram durante este tempo, e estão acostumadas a realizar várias tarefas para ajudar os vilões em seus planos nefastos. Como você pode parar tudo isso? Quem se importa? Você deveria sair e fazer alguns amigos e deixar de ser um perdedor! Por mais que eu não gostasse do acto de fazer amigos durante o meu tempo livre, achei muito difícil não acabar por não me tornar cativante para o compromisso do jogo com o conceito. Mais uma vez, é bastante adorável.

O maior elemento de jogabilidade vem numa forma tirada directamente de Danganronpa. Durante a história principal, você é forçado a entrar em segmentos chamados de “Talking Time” (Tempo de Conversa). No início, você vai rever todas as suas pistas disponíveis. Depois são-lhe apresentadas três opções em diferentes pontos de uma conversa: manter a conversa, perguntar mais sobre um tópico em particular, ou “espere um segundo!” onde você os confronta sobre imprecisões em suas declarações. Se você responder incorretamente, perderá pontos do seu medidor HP e reiniciará a partir do último ponto de verificação durante o seu interrogatório. Todo o sistema é incrivelmente indulgente, no entanto, e você seria pressionado a ver um ecrã de “game-over”.

O trabalho artístico é mínimo, mas funciona bem dentro do contexto. Cada área que você desbloqueia exibe um novo estilo que se encaixa com os personagens que também ficam lá fora. A trilha sonora é, por outro lado, absolutamente fenomenal. Havia exactamente duas músicas que eu não estava louco quando comecei o jogo, mas cresci a amá-las ao longo das minhas sete horas de jogo. Eu até as cantarolava contra a minha vontade enquanto trabalhava ou passeava com o meu cão.

No final, 1bitHeart é um pouco confuso. Ele faz muito bem, mas definitivamente há áreas em que falta, inegavelmente. Considerando o preço da admissão, no entanto, é difícil não o recomendar.

Adorei o meu tempo passado neste mundo pateta de ficção científica. Não era perfeito, mas era uma forma maravilhosa de desperdiçar algumas horas.

SCORE – 3.5/5

The Liar Princess & The Blind Prince  – PS4,Nintendo Switch

The Liar Princess and the Blind Prince parece basear-se num conto de fadas devido à sua estética

Historia – Uma bruxa vive numa floresta escura cheia de monstros devoradores de homens que envolve o reino. Um lobo na floresta todas as noites canta uma canção para a lua. Um dia o jovem principe do reino ouviu essa bela canção aventurou-se na floresta para ouvir a música de perto. Ele nunca conseguia ver o dono da voz, mas aplaudia o concerto todas as noites, para grande felicidade do lobo que nunca se mostrou para o príncipe, porque temia que ele não voltasse depois de ver que ela era um monstro.
Uma noite, o príncipe quis ver a quem pertencia essa vozO lobo, com medo dele que o principe visse que era um monstro, apressadamente tentou encobrir seus olhos. Ao fazê-lo, acidentalmente cegou-o. A família do príncipe tinha vergonha de estar tão horrivelmente desfigurada, então trancaram-no. O lobo sentiu-se mal pelo príncipe e quis curá-lo. No entanto, ela sabia que ele teria medo dela como um lobo, por isso ela pediu à bruxa da floresta para transformá-la numa princesa. Dessa forma, ele nunca saberia quem ela realmente era. A bruxa concorda, ficando com a voz do lobo como garantia, iniciando assim uma jornada entre a princesa que guia o príncipe cego através dos perigos traiçoeiros da floresta ate a casa da bruxa de forma a lhe devolverem a visão.

Gameplay A premissa soa realmente fraca para um jogo de quebra-cabeça, mas funciona bastante bem.É uma floresta mágica cheia de monstros devoradores de homens, então, naturalmente não sera facil para um humano atravessar.Quando o lobo está em sua forma original, ela pode passar por qualquer obstáculo.No entanto, ela é acompanhada por um pequeno humano cego. não se conseguindo defender sozinho.

É aqui que a resolução do quebra-cabeça entra. O lobo, como a princesa, tem que guiá-lo pela mão pela floresta e guiá-lo pelos quebra-cabeças. Ela também tem que se transformar de volta para o lobo para protegê-lo dos muitos monstros que querem comê-lo.O jogo completa-se em menos de seis horas, o jogo permite saltar stages ou voltar atras para completar todas as areas

Como descrever Blue Reflection: Persona 5 meets Magical Girls

Preparem-se para investir dezenas de horas no papel de Hinako Shirai, uma aluna da Escola para Raparigas Hoshinomiya, que tem como paixão o ballet. Após sofrer uma lesão no joelho, vê-se obrigada a abandonar o seu maior sonho tornar-se uma Etoile e volta para o Ensino Médio depois de finalizar o tratamento, causando a entrada tardia no ano lectivo. Quase como se tudo estivesse escrito pelo destino, Hinako acaba se encontrando com uma antiga admiradora, porém algo estranho acontece e a rapariga perde controle de suas emoções enquanto relembra os velhos tempos. Com uma sombra misteriosa surgindo ao redor da aluna descontrolada, a escola desaparece e uma paisagem verdejante e um monstro gigantesco surge no lugar dos corredores. A jovem aluna e aspirante a bailarina, ouve vozes desconhecidas, começa a utilizar os poderes mágicos provenientes de um anel que surge no seu dedo.. Após a derrota do estranho monstro, com visual geométrico, todo o mistério inicial é revelado e a trama principal se constrói: as irmãs Yuzuki e Lime Shijou revelam que, ao lado de Hinako, as três são Reflectors, guerreiras mágicas que usarão o poder das emoções humanas para combater as Origens em uma guerra que dará ao vencedor o desejo de realizar aquilo que mais desejar.

30 horas de jogo, o trio de guerreiras precisarão acessar o The Common, uma realidade paralela compartilhada entre o sentimento de todos os humanos que guarda as nossas emoções. A luta contra o mal, aqui chamado de Origens, baseia-se na busca por Fragmentos, emoções daqueles que se perderam na realidade, para restaurar a sanidade das pessoas e obterem poder suficiente para salvar o mundo. Aquele que conseguir eliminar toda a insanidade do nosso mundo terá direito à um pedido, que deverá ser feito com todo o poder do coração para que ele se realize.

VISUAIS

As transformações do trio ao entrarem no The Common. são muito bem feita visualmente, com trilha que parece animê dos anos 90, Infelizmente o jogo peca nos gráficos que parece que foram pouco polidos chegando a haver alturas onde entram em conflito com o cenário… nesse departamento jogo foi bastante rushed.

O menu é simples e bonito, os ataques são escritos em Francês.

GAMEPLAY:

**A função diária do jogador será viver como estudante, cumprindo tarefas paralelas além de estudar, alongar e treinar. Diferente de Persona, na escola você não terá foco em cumprir sua carga horário como aluno, mas sim percorrer a escola por conta a cumprir missões das gémeas e interagir com alunos que estejam a perder o controle das suas emoções.

É nessa etapa em que o jogo peca bastante, pois as batalhas são muito fáceis e os cenários do The Common são pequenos;

O sistema de level up é um pouco estranho e diferente dos outros, o sistema de combate ´e turn-based mas as nossas heroinas não upam através de batalhas contra os monstros mas sim atraves do relacionamento que tem com as colegas, por outras palavras quantas mas amigas a Hinako fizer e mas tempo pasar com elas rá ganhar Growth Points para upar de nivel.

 

CONCLUSÃO:

Se gostas-te de tudo o que foi dado como referência, inclusive Persona, mesmo não sendo um jogo do mesmo nível, Blue Reflection é uma óptima escolha. São boas horas de jogo, não intermináveis, o suficiente para entreter qualquer jogador curioso e disposto a sair do quadro de lançamentos já esperados.

**SCORE 7/10

Prós

  • Jogo MUITO bonito
  • Personagens carismáticos e bem construído

Contras

  • Sistema de level up estranho
  • Repetitivo por conta da duração
  • Desafios e combates fáceis
  • Baixo fator replay
  • Repetitivo

 

Pockter mirror é um Indie RPG feito no VX Ace. por uma equipa composta por alguns membros portugueses!
Neste momento vão lançar outro jogo do estilo chamado Little Goody Two Shoes
Twitter – https://twitter.com/AstralShiftPro
Pocket Mirror – https://astralshiftpro.itch.io/pocket-mirror
 
Gráficos:
O aspecto gráfico do Pocket Mirror é o seu ponto alto. O design dos personagens e a qualidade dos sprites é de nível profissional, as imagens de cutscene e os sprites são top. Mas o que realmente surpreende são os ambientes. Muitas vezes eu parava de jogar e ficava maravilhada com os mapas. Os efeitos de luz são sublimes, as pétalas desvanecem.se da tela quando entramos nos jardins e o pó cai quando se entra nas bibliotecas.
Posso dizer com segurança que é um dos melhores jogos de RPGM por aí.
 
Música e Som:
Outro dos pontos fortes do Pocket Mirror, a sua banda sonora é simplesmente de cortar a respiração. As músicas misturam.se perfeitamente com o visual e os acontecimentos, desde faixas misteriosas em mapas de sonho, até faixas frenéticas e de ação em cenas de perseguição. O design de som também é perfeito: os passos da personagem variam de acordo com o terreno.
 
A escrita:
Este departamento é onde o Pocket Mirror mais falta na minha opinião. A linguagem utilizada está cheia de rotundas que criam diálogos incómodos e muitas vezes sem sentido.
Muitas vezes eu via-me obrigada a reler alguns diálogos, porque a enorme quantidade de repetição dissolvia as informações importantes, criando uma falha no fluxo, e dando origem a contradições
Pocket Mirror apresenta duas histórias, do meu ponto de vista, estas duas histórias paralelas não se complementam bem.
 
Arte – 5/5
Musica – 5/5
História- 2/5
Personagens – 2/5