Hundred

Sora no Aosa wo Shiru Hito Yo é um filme do estilo anime, que foi lançado a 11 de outubro de 2019 pelo estúdio CloverWorks. Tem como género Drama sendo classificado idade igual ou superior a 13 anos. [leia mais]

Kokoro ga Sakebitagatterunda. é um filme no estilo anime que foi lançado a 19 de setembro de 2015 pelo estúdio A-1 Pictures. Tem como género Drama, Romance e Escolar sendo classificado para idade igual ou superior a 13 anos. [leia mais]

Ano Hi Mita Hana no Namae wo Bokutachi wa Mada Shiranai. Movie é um filme do anime Ano Hi Mita Hana no Namae wo Bokutachi wa Mada Shiranai (abreviando AnoHana), que foi lançado a 31 de agosto de 2013 pelo estúdio A-1 Pictures. Tem como género Slice of Life, Sobrenatural e Drama sendo classificado idade igual ou superior a 13 anos. [leia mais]

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Como eu adoro este filme – é tão mau que é bom

Sinopse:

No futuro, cápsulas de suspensas são usadas para viagens espaciais que podem levar anos. A tripulação e os passageiros da nave espacial Saldes estão suspensos numa viagem de 20 anos a um novo mundo para investigá-lo quanto a potenciai descoberta de minerais e em reação ao desenvolvimento deste novo mundo. Durante a sua jornada, no entanto, o navio deteta e absorve algo que se regista como uma forma de vida. Quando a tripulação e os passageiros acordam, nada parece errado até que notem um relatório que foi enviado para eles, pouco tempo depois de dormirem, de que alguém entre os passageiros se juntou à expedição com credenciais falsas, portanto, pode ser realmente um criminoso tentando escapar à sua punição ou um assassino, quem sabe. A tripulação começa a suspeitar um dos outros, logo descobrem que algo realmente se juntou a eles: uma forma de bactéria alienígena que pode infetar pessoas com sintomas semelhantes à Legionella, matá-los e depois absorver os seus corpos também, como cresce num organismo muito maior e mais aterrorizante. Poucos sobreviverão tanto ao tumulto do alienígena quanto a um elemento misterioso adicional a bordo, que parece estar a operar no interesse da empresa patrocinadora, além do alcance da tripulação.

Hiro é procurado por assassinato na Austrália; ter matado três homens num ato de vingança; Dick é um policial que está a tentar apanha-lo
Quando o detetive coloca as algemas no seu alvo, o capitão da nave basicamente diz a ele que não faz sentido prender Hiro, porque não haverá ninguém para se lembrar do crime.

Deves estar a achar que nada disto faz sentido, até pensares na tecnologia envolvida nas profundas viagens espaciais. As câmaras de hibernação criogênica são construídas de tal maneira que pode-se viajar por várias décadas em hibernação e quando sair; só envelher um ano. Portanto, a missão em que estão agora é uma viagem de 40 anos; 20 anos lá e 20 anos de volta à terra. A equipa terá apenas dois anos – – no total.

O capitão do navio fala sobre como ele tem mais de 240 anos e como ele ficou tão empolgado com a sua primeira viaje, apenas para voltar para casa e descobrir que o seu filho era um homem mais velho do que ele. No final da sua segunda viagem, a sua família e amigos estavam todos mortos e as pessoas o tratavam de maneira diferente. Esse longo monólogo é muito bem escrito e a natureza cansada do mundo do capitão de repente faz muito sentido. Também traz uma pergunta interessante: vale a pena?

Viajar pelo o espaço numa viagem de 40, 50 ou 60 anos e envelhece apenas alguns anos – presumivelmente recebendo um salário ao longo do caminho. O problema é que, quando volta, o mundo é completamente diferente e a sua família agora é mais velha que você ou já se foi há muito tempo. Com isso em mente, vale a pena a dor e o sofrimento que tu suportarias ao voltar para descobrir que a tua família e amigos morreram enquanto estavas no espaço?

Este é um assunto que a ficção científica realmente não aborda e fornece a Lily C.A.T. um conceito interessante a explorar: os efeitos da exploração no espaço profundo numa equipa. Infelizmente, no entanto, eles não o exploram esse tema.

O gato de uma das personagens desapareceu, Hiro decide ir á procura do gato juntamente com a sua dona, Nancy Stroustrup, a filha do presidente da empresa…. IRRESPONSÁVEIS! Então a bactéria?

Infelizmente chegaram tarde de mais, Lilly a gata, foi consumida pela bactéria, que agora se espalha pela nave através das condutas de ar.

Os corpos dos mortos desapareceram misteriosamente…e de repente um gato parecido a Lily aparece na nave….Bem as coisas começaram a desenvolver-se rápido de mais não?

O gato misterioso é, na verdade, um Robô, chamado C.A.T!

C.A.T anagrama para Computerized, Animal-shaped Technology Robot

Um robô criado pela companhia que desenvolveu a nave espacial, baseado no aspeto de Lilly, o verdadeiro gato.
O objetivo do gato era vigiar os humanos enquanto estes dormiam e limitar a  sua intervenção ..porquê? Vá se lá saber, se calhar pensaram que os humanos eram incompetentes de mais para executar a missão com sucesso, sabe-se lá. Devido a um bug na programação o gato agora vê a tripulação como uma ameaça para si mesmos e tenta aniquila-los…. oh joy…. numa mão temos uma bactéria mortífera, noutra temos um robô que anda a matar a tripulação toda, PICK YOUR POISON.
O gato robô parece ser indestrutível, então como sobreviver a esta situação? O capitão dá aos outros 2 membros a oportunidade para fugirem no bote salva-vidas, enquanto ele fica para trás e ARREBENTA com a nave espacial, matando assim o gato e a ele próprio…enquanto Hiro e Nancy, navegam pelo espaço….até aterrarem no novo planeta que foram enviados para descobrir. E assim acaba o filme.

Veredicto final:

A única coisa que salva este filme, e provavelmente o único motivo para assistir Lily C.A.T, é o estilo Anime da época, que eu ainda gosto de ver hoje em dia. É distinto, é diferente e não é como nenhum outro anime que eu já vi.

Mas, além de tudo isso, não é tão bom quanto os filmes estrangeiros sobre alienígenas – Anime ou não – pelo menos façam um esforço adequado.

É uma pena, pois o anime possui uma premissa interessante e boa, os criadores não a souberam aproveitar ao máximo, a execução dé desejável. É apenas uma imitação barata do Alien.

Mesmo assim dou-lhe um 7.

Vampire Princess Miyu tem base numa manga shoujo, o horror é pouco romantizado,  mas isto não quer dizer que as coisas não possam ocasionalmente ficar grotescas, especialmente quando se trata dos monstros Shinma…

Situada em Quioto, a antiga capital do Japão, esta OVA de 4 episódios de terror segue Himiko a espiritualista ao ser arrastada para estranhos incidentes envolvendo uma vampira chamada Miyu. Miyu, com o sue servo demoníaco Larva, caça Shinma, criaturas sombrias que se aproveitam dos humanos. Mas Miyu é ela própria uma predadora, apaixonada pelo sangue de homens e mulheres bonitos; a sua mordedura os faz cair num estado de sonho em vez de os matar e dá pequeno conforto para os seus entes queridos. Himiko persegue Miyu, tanto para a impedir de fazer mais vítimas como para desvendar os seus segredos, desconhecendo a ligação escondida entre eles…

Vampire Princess Miyu é uma história envolventemente assustadora e atmosférica.  No geral há uma sensação de elegância e beleza assustadora que permeia na obra, algo de delicado desenho de personagem de Narumi Kakinouchi e uma banda sonora assustadora de Kenji Kawai (Ghost in the Shell, Patlabor) traz à ribalta. Existe uma versão TV séries de 26 episódios de 1997 que se na história dos OVAS, a versão de TV pode-se tornar um pouco aborrecida, pois repete imenso a mesma fórmula, isto é segue o tipo de episódio monster of the week, a qualidade de animação e arte é muito inferior, o que é normal visto que os OVAS são melhor trabalhados, pois vão diretamente para VHS, DVD ou BD.

A série é maior e contem pontos fortes e fracos em comparação com ao OVA.

Os primeiros 10+ (demasiados na minha opinião) episódios seguem a seguinte fórmula
1. Miyu + colegas de turma e como começam/ crescem as suas relações
2. Aparece algum shinma
3. coisas más acontecem
4. Miyu e Larva derrotam o shinma
5. Há consequências

Passado algum tempo, torna-se realmente aborrecido. A única excitação era tentar adivinhar a forma que o Shinma iria assumir. Houve reutilização de muitas cenas e a trama tornou-se repetitiva e previsível, o que tornou isto menos excitante que o OVA.

Do lado positivo os episódios sobre o passado da personagem Larva, Reiha e Miyu são facilmente os melhores episódios da série. A tensão aumenta nos últimos 2 episódios. O final foi muito melhor do que toda a série. No entanto, para ser justo, ter de passar por 18 repetições para ver 8-9 bons episódios fez-me incapaz de classificar esta série, a TV Verm um 6 no total.

Resumidamente, aconselho a verem os OVAS caso tenham interesse.