Desde moleque, o Gaku Kitada sempre foi vidrado em matemática, coisa de ficar encantado mesmo com números e fórmulas. Estudando na badalada Academia Wels, ele tinha um plano bem ousado: se classificar pra Olimpíada de Matemática e, depois, entrar na Universidade de Tóquio pra virar um baita matemático, daqueles de deixar nome na história.
Só que, na hora H, tudo desanda. Por causa da ansiedade e da falta de confiança em si mesmo, o Gaku acaba não conseguindo passar pra fase principal da Olimpíada. Foi um fiasco que doeu fundo. Juntando isso com a decisão dele de não tentar mais nenhuma competição, a escola resolve chutá-lo pra fora. De um sonho cheio de brilho, ele cai num buraco escuro, como se todo o futuro tivesse desmoronado de uma vez.
É bem nesse momento de tempestade que aparece o Kai Asakura, um chef profissional cheio de mistério no jeito de ser. Ele repara que o Gaku tem um jeito todo esquisito, mas único, de cozinhar, usando matemática pra montar pratos em que tudo parece se encaixar direitinho, como se cada ingrediente fosse uma peça de um grande quebra-cabeça saboroso. Mesmo desconfiado e meio travado no começo, o Gaku começa a colocar esse olhar matemático dentro da cozinha e, sem perceber, a antiga paixão pelos números volta a acender, como brasa que nunca apagou de verdade.
Querendo entender melhor esse chamado que mistura equações e temperos, o Gaku resolve mudar completamente de rota. Em vez de perseguir só o caminho tradicional da matemática, ele decide juntar números com sabores, como se estivesse tentando resolver um sistema de equações em forma de prato. A nova meta vira encontrar respostas que deixem a cabeça satisfeita e, ao mesmo tempo, façam o paladar dos clientes cantar de alegria.