Depois de encarar a tal organização misteriosa chamada Amarariruku, a Teru Momijiyama volta pra rotina em Tóquio, como se nada tivesse acontecido, ao mesmo tempo em que segue, às escondidas, salvando gente como a heroína do Japão, a Shy. Por causa de tudo que viveu com outras pessoas, ela vai, aos poucos, criando coragem e acreditando mais em si mesma. Ainda falta chão pra caramba, mas ela segue firme, passo a passo, tentando entender de verdade o que significa ser uma heroína.
Num desses dias em que tá batendo perna pela cidade depois da aula, a Teru cruza o caminho da Ai Tennouji. As duas se dão bem num piscar de olhos, e a Teru começa a se abrir pra ela. Não demora muito e a Teru descobre mais sobre o passado da nova amiga: a Ai fugiu da vila onde morava, procurando algo que tem tudo a ver com o trabalho da Teru como Shy. Enquanto a sombra de Amarariruku ainda paira sobre ela, a Teru precisa decidir até que ponto topa se envolver com essa figura enigmática que é a Ai, mesmo sentindo que tá entrando num mar cheio de correnteza.