A Orquestra Fujimi fica nas nuvens quando consegue contratar o genial Kei Tonoin como maestro. Só que, logo de cara, o jeito intenso dele, cheio de cobranças e exigências, começa a bater de frente com alguns músicos — principalmente com o spalla, Yuuki Morimura. A cada ensaio, o clima esquenta mais um pouco, e a sensação é de que a orquestra tá por um fio, prestes a se despedaçar.
Mas, por trás desse choque de personalidades, tem muito mais coisa rolando. Esses atritos não são só birra de músico ou problema de ego; eles escondem sentimentos bem mais profundos, que não se resolvem simplesmente afinando instrumentos ou ajustando o ritmo. É como se, por baixo do barulho das brigas, existisse uma melodia secreta que nenhum dos dois tem coragem de encarar de frente.