Quando Takeo Nanachi e uma galera sua decidem dar um rolê num vilarejo do interior atrás de inspiração pra uma peça de teatro, eles se deparam com uma festança bem sinistra que a galera do lugar só faz de vez em quando, tipo, a cada várias décadas. O Takeo tá na vibe de aproveitar a ocasião pra dar uma purificada na espada antiga do vô dele, mas o esquema da festa é tão fechado que não dá brecha pra forasteiro nenhum meter a colher. Só que, naquela de azar, o carro do Takeo pifa e não tem como o cara picar a mula de volta pra casa. Aí, ele acaba sendo sugado pro meio dos rituais sinistros e hipnotizantes dos locais e cria um laço todo especial com Kuraki Fuzuchi, o filho do chefão dos rituais.
Nessa roubada, o Takeo se vê preso numa teia que é um misto de fascínio e arrepio, onde cada passo é uma descoberta que mais parece coisa de outro mundo. É como se ele tivesse caído de paraquedas numa realidade paralela, onde o tempo corre de um jeito todo próprio e os segredos são guardados a sete chaves. E nesse enredo que mais parece um labirinto, a espada do avô do Takeo, que era pra ser só um detalhe, acaba se tornando um elo poderoso entre ele e as tradições misteriosas desse povoado esquecido pelo tempo.