Um pai e a filha tão viajando pra curtir uma vista de tirar o fôlego da lua, quando topam com um velhinho pelo caminho. Esse senhor puxa conversa, oferece uns chocolates e começa a desenterrar lembranças do último verão da Segunda Guerra Mundial. Nas histórias dele, cheias de momentos amargos e doces, dá pra sentir aquelas coisas bem humanas que moram dentro de todo mundo, independentemente de bandeira, lado, uniforme ou trincheira. No fim das contas, o que ele viveu mostra que, por baixo de toda a guerra, existe uma verdade comum que bate no peito de qualquer pessoa, até de quem tá lutando um contra o outro, como se todos fossem pedaços do mesmo céu, só vistos de janelas diferentes.