Como a Árvore Oculta, que sustentava o céu, a terra e as três raças, começou a definhar, Bi Han, carregando nas costas o peso da identidade e da missão que os deuses lhe impuseram, caiu na estrada dessa longa jornada. Pra encontrar o Caos Primordial e trazer de volta a paz ao mundo, ela encarou uma porção de provações e perigos pelo caminho. Teve o aconchego da família mais próxima, mas também trombou com gente da pior espécie, cruel e traiçoeira, que parecia pedra no sapato a cada passo. Ainda bem que não caminhou sozinha, já que alguns companheiros firmes seguiram ao lado dela. A viagem foi dura, puxada mesmo, porém, apesar de tudo, ela seguia em frente cantando, como quem atravessa a tempestade acreditando que, lá no fim, o sol vai abrir.