Em Pequim, uma cidade lotada de chances e cobranças, onde o novo e o antigo vivem se encarando e se respondendo, existe um pequeno pavilhão enfiado num beco sossegado, bem na base do distrito financeiro. Ali virou ponto de encontro em que tudo se mistura, se choca, ferve, como se fosse um caldeirão de experiências.
Não tem placa chamativa, nem luxo, nem nada que grite pros olhos, então quem passa reto nem dá bola. Só que a galera que já conhece sabe direitinho: dentro daquele cantinho acolhedor dá pra largar o peso do dia, soltar o corpo, respirar fundo e curtir um tempo tranquilo. E aí, sem alarde, as histórias empoeiradas que cada um guarda no peito começam a escorrer, feito rio que finalmente encontra um caminho pra correr em paz.