Nobita precisava escolher um tema pro trabalho de pesquisa das férias de verão. Enquanto ele botava toda a culpa em Adão e Eva por terem pecado e, por causa disso, condenado os descendentes a sofrerem (inclusive com lição de casa), Doraemon resolveu aparecer com um gadget que permitia observar a criação do mundo, pra ele poder registrar tudo num tipo de diário de bordo.
Depois de um tempo, Suneo, Gigante e Shizuka acabam se juntando à aventura e o grupo inteiro passa a assistir ao surgimento de povos e civilizações, como se estivessem na primeira fila da história da humanidade. Só que, paralelamente, a patrulha do tempo tá na cola de uma máquina do tempo ilegal, cujos operadores ouviram sem querer o Gigante comentando sobre esse tal “diário da gênese”. Aí a casa cai: eles capturam o Gigante e o Suneo, deixando Nobita, Shizuka e Doraemon encarregados de tomar conta daquele cenário da criação e ainda bolar um jeito de resgatar os amigos.
É tipo jogar a humanidade no modo “replay” e, de quebra, ter que virar herói no meio do caos.