In-hye e Sun-mi voltam depois de muito tempo pra cidadezinha onde cresceram, um lugar bem pacato no interior, e dão de cara com uma bomba: a antiga amiga delas, Eun-sil, morreu no parto. A comunidade inteira tá em alvoroço por causa do bebê, já que ninguém sabe quem é o pai e a criança fica largada, sem cuidado, sem proteção, como se fosse um estorvo.
Tentando dar um jeito na situação, In-hye e Sun-mi se juntam a Ji-young, a amiga que nunca saiu dali, pra tentar salvar o bebê. Só que, conforme vão cavando a história, descobrem que Eun-sil, que tinha deficiência intelectual, foi tratada como brinquedo pela população da vila, usada e descartada, como se fosse coisa e não gente.
As duas ficam dilaceradas entre a fúria que sentem pelos moradores e o peso na consciência por terem virado as costas pra Eun-sil no passado. É como se carregassem uma ferida antiga que nunca cicatrizou. Agora, com o bebê no meio disso tudo, elas se perguntam se vão ter coragem e força pra ir até o fim e realmente proteger a criança, ou se vão repetir o abandono que marcou a vida da amiga.